Material
Para os que tenham curiosidade quanto as coisas a que me refiro quando falo de carga, tenda etc aqui vao fotografias das malas, da bicicleta carregada e da tenda montada. Grosso modo um alforge tem comida, cozinha e dormida; o outro tem roupa, farmacia, toilette (minimalista...) livros e tralha; o saco azul tem a tenda; o cor de laranja e o camelbak com agua; o pequeno preto debaixo da sela sao as ferramentas e pecas; o preto no guiador sao as pequenas coisas a ter sempre a mao: binoculo, fotos, dinheiro, racao para o dia, lanterna, faca...
2 comments:
LoL, LoL,
E perguntaste ao maratonista da teoria dos "celtas comidos pelos Maoris" se estes últimos também comiam os ossos dos celtas, para garantir que não deixavam vestígios (nem de DNA nem de nada). :-) :-) Lindo!
Reconheço na bicicleta e na disposição das massas muitas similiaridades com um Porsche 911, com muito peso atrás do eixo traseiro e a bateria(correspondente ao teu saco de guiador) à frente. Tens é de ter cuidado para não voltar a destruir a transmissão com a potência pedalar :-) Há semanas que não te queixas das pernas, já reparaste?
Não há dúvida que estás de Parabéns e prestes a celebrar o primeiro mês Kiwi, e já com mais de 1.000km.
Abraços
--prc
Sabes, uma coisa que aprendi nas viagens ao longo dos anos, quando estas sozinho e de fora, e que nao convem entrar muito em argumentacao poilitica e/ou religiosa. Sao assuntos que podem ser demasiado emocionais para muita gente e sobretudo, e-te dificil conhecer os contextos. Ou seja e demasiado facil ofender e criar problemas quando so te apetecia debater uum bocadinho para perceber melhor...
Normalmente limito-me a fazer perguntas e ouvir, mas confesso que tendo a guardar os meus pontos de vista para mim. Agora, que as vezes apetece, apetece :)
Quanto a configuracao da bicicleta, tenho feito varias experiencias ao longo dos anos e para este nivel de carga continuo a preferir esta.
E verdade que ter tambem alforges a frente ajudava a estabilizar, mas depois acabavam cheios com ainda mais tralha, e seriam mais dois objectos para gerir...
Como dizes, o senao principal desta configuracao e que, como os 911, os control inputs teem de ser pequenos, suaves e muito leves de modo a nao encorajar oscilacoes devidas a torcao do quadro, sobretudo a descer com forca..
O lado bom e que estou, comparativamente, muito leve para autonomia total. Se tivesse de viajar em climas menos temperados teria de trazer os da frente por causa do volume que ocupa material para frio a serio.
O que eu devia fazer e comprar um quadro com geometria de estrada e deixar-me destas mutacoes anti-naturais a pobre hardtail.
Nao me queixo das pernas porque ja me habituei e tenho vergonha de andar sempre a choramingar:)
E claro que a minha forma deve ter melhorado alguma coisa (ja tenho a pulsacao de descanso nos 54 por exemplo...) Mas sentes sempre as pernas, aquela sensacao de cansaco/stiffness quando sais da bicicleta. No fundo e so feedback: e uma questao de desenvolver sensibilidade ao estado em que estao. Normalmente associamos isso a dor e desconforto, mas ao fim de uns tempos e so uma sensacao familiar que se consegue influenciar com alguma precisao.
E depois, para mim o truque para aguentar a distancia e manter sempre abaixo do nivel de "acumulacao de acido lactico" que como sabes e quando doi mesmo; e agora ja consigo fazer isso 99% do tempo.
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